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Relatos Selvagens | Crítica #TBT

Em 2014 o cinema argentino se superou lançando um dos longas mais aclamados pela crítica. Relatos Selvagens traz seis relatos de fúria e vingança, narradas de forma cômica.

O primeiro relato é o de um comissário que derruba o avião com pessoas que ele conheceu ao longo da vida. Esse é bem breve, passa na chamada do filme, é mais um “aperitivo” para despertar a curiosidade do espectador. O segundo é a história de uma garçonete que tem que atender um homem que levou sua família a falência e causou a morte de seu pai. No terceiro dois homens se enfrentam em uma estrada deserta.

Relatos Selvagens

O quarto é protagonizado por Ricardo Darin no papel de Simón Fisher, um engenheiro que tem seu carro guinchado. Quinto é a história de um jovem irresponsável de família rica que dirigia embriagado pelas ruas de Buenos Aires e mata uma mulher grávida.

Quem fecha com chave de ouro é Érica Rivas no papel da Romina, ao ter um ataque de fúria em plena festa de casamento, ao descobrir que seu marido a traia com uma colega de trabalho.

Cada relato tem um final surpreendente. Vale a pena assistir e se surpreender. O cinema argentino nunca decepciona.

Relatos Selvagens

O filme foi dirigido por Damián Szifron e indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2015.

Quem assina a produção de Relatos Selvagens é Pedro Almodóvar, cineasta e responsável por outros sucessos da sétima arte, como A Pele Que Hábito (2011), Volver (2006) e Dor e Glória (2019).

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