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Johnny & June | Crítica #TBT

Com certeza você já tinha se impactado com a atuação de Joaquim Phoenix antes mesmo dele ganhar o Oscar de Melhor Ator interpretando Coringa (2019).

Em 2005 chegou aos cinemas uma das maiores cinebiografias da música. Johnny & June conta a história de Johnny Cash, da infância pobre e traumatizada devido a morte de seu irmão, até alcançar o estrelato e se consagrar com um dos maiores ídolos da música country.

Na infância, seu melhor amigo era o irmão Jack (Lucas Till), que morreu fatalmente em um acidente de trabalho causado por uma serra elétrica. Johnny sempre carregou com ele o sentimento de culpa pela morte do irmão.

O filme detalha momentos da sua infância, a vida adulta conturbada devido a problemas internos e seu envolvimento com as drogas, e sua relação com June Carter (Reese Whiterspoon), o grande amor de sua vida.

Johnny conheceu June quando foi fazer uma apresentação em Texarkana, cidade no Texas. Ele avista June nos bastidores e se encanta pela moça. Na época Johnny era casado com Vivian Liberto (Ginnifer Goodwin), com quem teve três filhas.

Johnny e June dividiram os palcos por anos, e era notória a paixão que um tinha pelo outro. Eles oficializaram a união quando Johnny a pediu em casamento durante uma apresentação em Ontario, no Canadá, no dia 22 de fevereiro de 1968.

Eles se casaram no mesmo ano, e construíram uma história de sucesso juntos.

June faleceu em maio de 2003. Alguns meses depois Johnny também se foi.

Com direção de James Mangold (Ford vs Ferrari), Johnny & June recebeu diversas indicações. Quatro ao BAFTA vencendo duas, o de Melhor Atriz para Reese Whiteterspoon e Melhor Som para Paul Urmson, três indicações ao Globo de Ouro, vencendo na categoria de Comédia Musical , e cinco indicações ao Oscar, levando a estatueta de Melhor Atriz com Reese Whiterspoon.

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