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Gilda, Lúcia e o Bode, uma história para emocionar as famílias na noite de Natal

O fim de um ano tem o simbolismo de encerramento de um ciclo. É uma época em que costumamos refletir, perdoar, fazer planos, acelerar mudanças, nos reconectar com quem amamos e buscar maneiras de atrair sorte para a nova fase que começa. Num ano como 2020, em que a vida de todos foi impactada por uma pandemia, isso ganha ainda mais significado. Para levar ao público uma mensagem de esperança, que reforça a importância da união das famílias e da crença nos sonhos, a TV Globo exibe na noite de 25 de dezembro uma história emocionante: Gilda, Lúcia e o Bode.

Escrito por Jorge Furtado, com Fernanda Torres e Antônio Prata, dirigido por Pedro Waddington e com direção artística de Andrucha Waddington, o especial traz a continuação da trama protagonizada por Fernanda Montenegro e Fernanda Torres na série Amor e Sorte, exibida na TV Globo em setembro. A trama que envolve mãe e filha na vida real e na ficção ganha um novo enredo. O elenco inclui Joaquim Waddington, filho de Andrucha e Fernanda Torres, que ganha mais destaque desta vez como o jovem Dimas, e nomes de peso como Arlete Salles e Fabiula Nascimento. E, claro, o bode, que, na história, se chama Everi.

Após um período de convivência forçada em função do isolamento social, Gilda (Fernanda Montenegro) e Lúcia (Fernanda Torres) encaram uma nova realidade. Lúcia é demitida do seu emprego e vê como única alternativa o aluguel da casa da Serra para garantir o sustento das duas nos meses seguintes. Ambas precisam voltar a viver juntas na casa de Gilda no Rio de Janeiro. Uma das condições para fechar o contrato com a locatária é que elas deem um jeito de levar o bode que Gilda havia ganhado em uma rifa. É véspera da virada do ano e elas, agora na cidade, precisam lidar com o animal e com um grande “bode na sala” em função das dificuldades financeiras e da insistência de Gilda em viver cada segundo sem pensar no amanhã.

A ideia deste episódio surgiu ao imaginarmos a continuidade da história da Gilda e da Lúcia e a nova vida que passariam a ter quando retornassem ao Rio, juntas. Acho que a principal mensagem da trama é que a gente pode superar todos os problemas de uma maneira melhor se estivermos juntos. E a família é para onde corremos quando a coisa aperta. É o que vimos acontecer muito nos últimos meses e vai continuar acontecendo no próximo ano“, explica o autor Jorge Furtado.

Antônio Prata, que assina o roteiro com Jorge e Fernanda Torres, complementa: “O episódio trata de um choque de gerações, de duas visões de mundo que se confrontam a partir de uma situação inicial”. Fernanda Torres endossa o conceito. “A trama fala da delicadeza da relação das duas e das diferenças ideológicas delas, vencida através do afeto. E tem uma mistura de drama e comédia difícil de encontrar. Muitas famílias racharam durante esses anos de polarização, e o especial propõe uma reconciliação através do afeto. Por tudo isso, ficamos muito felizes de voltar às duas, neste especial de Natal, que é uma hora de reencontro familiar”, afirma.

Gilda, Lúcia e o Bode, assim como o primeiro episódio, faz uma espécie de crônica do mundo que a gente está vivendo hoje, da situação do país, da situação dessa polarização ideológica que existe, de certa forma, dentro da casa da Gilda (Fernanda Montenegro) e da Lúcia (Fernanda Torres). Acho que ele vem para emocionar, para divertir e para entreter“, complementa o diretor artístico Andrucha Waddington. 

Gilda, Lúcia e o Bode será exibido em 25 de dezembro na TV Globo, após A Força do Querer.

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