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Bohemian Rhapsody | Crítica #TBT: Queen, Freddie Mercury e o grande vencedor do Oscar 2019

Queen, a banda que mudou toda a história da indústria fonográfica ganhou um loga em 2018. Hoje quero falar de Bohemian Rhapsody, que aborda a carreira de uma das maiores bandas do rock mundial.

O grupo que tinha como líder Freddie Mercury, foi fundada nos anos 70. Sexo, drogas e rock’n’roll. Sim, o Queen era uma banda de rock.

Bohemian Rhapsody foi a canção que consagrou o Queen. A música faz parte do álbum A Night at the Opera. O disco é uma das maiores obras da carreira da banda britânica. A canção Bohemian Rhapsody foi uma dúvida para a gravadora. Freddie Mercury a queria como single, mas a gravadora ficou na dúvida se lançava ou não. Por ter uma duração de quase seis minutos, a dúvida era se seria bem recebida pelo público e crítica. Se a música não tivesse sucesso, ali seria o último trabalho do Queen.

Freddie Mercury estava certo. A canção ficou nove semanas no topo das paradas no Reino Unido e chegou a vender cinco milhões de cópias.

Com direção Bryan Singer (X-Men: O Filme) e Dexter Fletcher (Rocketman), Bohemian Rhapsody foi o mais premiado no Oscar 2019, vencendo nas categorias Melhor Montagem, Melhor Edição de Som, Melhor Mixagem de Som e Melhor Ator.

Quem é acostumado a maratonar os filmes do Oscar antes da noite de premiação, sabe muito bem que naquele ano Rami Malek seria contemplado com a estatueta na categoria Melhor Ator.

Se não conhece o Queen, te convido a assistir o filme. Com certeza você vai se apaixonar.

Bohemian Rhapsody | Crítica

Em 2004 a canção Bohemian Rhapsody foi introduzida ao Grammy Hall of Fame, programação especial do Grammy com a finalidade de homenagear as canções que tenham contribuição histórica.

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