quinta-feira, 22 fevereiro, 2024
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A Princesa e a Plebeia – Nova Aventura | Crítica: Vanessa Hudgens em dose tripla e o milagre de Natal que esse filme é bom

O brasileiro já tá acostumado com história de gêmeas e tudo que envolve duas personagens com a mesma aparência, mas personalidades completamente diferentes. As novelas A Usurpadora e Mulheres de Areia trabalharam bem com essa temática antigamente e aqui na Netflix, a fórmula foi aplicada no longa A Princesa e a Plebeia (2018) e anos depois com a sequência A Princesa e a Plebeia – Nova Aventura (The Princess SwitchSwitched Again, 2020).

A Princesa e a Plebeia – Nova Aventura | Crítica
Foto: Netflix

E a regra número 1 para esse tipo de produções é ter uma protagonista que segure as pontas. E a atriz Vanessa Hudgens conseguiu isso no primeiro filme, e agora no segundo tem a dura missão de colocar mais uma figura na equação, e em vez de interpretar 2 personagens pode interpretar 3. E o grande milagre de Natal é que A Princesa e a Plebeia – Nova Aventura acabe por entregar um bom filme.

A grande questão do primeiro filme era que nem Margaret e nem Stacey era malvadas, sabe? E que nenhuma delas queria o lugar da outra por pura inveja, ou ambição, apenas elas eram duas pessoas que queriam fugir de suas rotinas, o que acabou por dar um charme para o primeiro filme que entregou uma história divertida de troca de pessoas. E agora, em A Princesa e a Plebeia – Nova Aventura, Hudgens tem a missão de personificar mais uma pessoa em tela, só que aqui é completamente e absolutamente o oposto das amigas parecidas. A atriz agora também é Fiona, uma aristocrata falida, prima da Lady Margaret (Hudgens também) que novo filme é a próxima a assumir o trono no Reino de Montenaro. Mas nem tudo é flores para Sua Alteza Real, ela também se separou de Kevin (Nick Sagar) depois que o rapaz e sua filha voltaram para os EUA.

Assim, dias antes da coroação, a jovem rainha em formação e sua amiga Stacey De Novo (Hudgens 3x) resolvem trocar de lugares mais uma vez, para resolver assuntos amorosos, mas caem nas garras da invejosa Fiona, e seus funcionários atrapalhados, que tentará se passar pela futura monarca e garantir um bom dinheiro com essa história. A Princesa e a Plebeia – Nova Aventura continua a flertar com aquelas trama de Sessão da Tarde, e parece entregar um filme um pouco mais lotado em termos de personagens e tramas paralelas, afinal, todo mundo retorna para a sequência, seja as duas protagonistas, e seus respectivos parceiros, como o Príncipe Edward (Sam Palladio), o confeiteiro Kevin, e sua filha casamenteira Olivia (Mia Lloyd).  E claro, os outros membros da corte como, o novo personagem, o Chefe de Gabinete, Antonio (Lachlan Nieboer), e as outras carinhas conhecidas como o mordomo Frank (Mark Fleischmann), e a conselheira Srta. Donatelli (Suanne Braun) que também retornam, mas apenas para serem mais um ornamento para o filme do qualquer outra coisa.

E A Princesa e a Plebeia fica mesmo muito lotado e parece ter personagem saindo pelos cantos da tela, mas a história é conduzida de uma forma tão leve, e a presença de Hudgens é tão magnética que às vezes esquecemos todos os defeitos que o longa tem e que obviamente não são poucos. É mais uma produção de Natal cafoninha, de fácil entendimento e que não se preocupa muito em ser real demais ou verosímil, ou se preocupar com outras pontas soltas que são deixadas ao longo do caminho.

A Princesa e a Plebeia – Nova Aventura | Crítica
Foto: Netflix

O mais interessante fica com a presença de Hudgens mesmo, onde a vemos oscilar entre a dureza de Margaret, a espontaneidade de Stacey e a as caras e bocas de Fiona. Os planos da versão platinada de Hudgens não tão geniais assim e acabam por deixar as outras versões com tempo para consertarem seus relacionamentos com seus respectivos príncipes encantados, onde A Princesa e a Plebeia – Nova Aventura se faz a aventura após os felizes para sempre, em que a realidade é muito mais interessante do que o final dos contos de fadas. Claro, o longa perde um pouco do charme do primeiro por conta de replicar a fórmula, mas mesmo a trama batida e que se apoia muito em sua atriz principal e na temática de Natal garante algumas boas passagens normalmente aquelas em grandes eventos reais e que todos os personagens estão reunidos, como a festa pré-coração, ou ainda, o esperado momento da a troca mais uma vez entre as personagens.

No final, A Princesa e a Plebeia – Nova Aventura entrega sim uma nova e boa aventura para se assistir sem se prender muito nos detalhes e no que de maluco as 3 versões da atrizes fazem naquele momento.

Avaliação: 2.5 de 5.

A Princesa e a Plebeia – Nova Aventura disponível na Netflix.


Miguel Morales
Miguel Moraleshttp://www.arrobanerd.com.br
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