Prodigal Son | 1×04 – Designer Complicity

E os dramas de família de Malcolm continuam se sobressair em Prodigal Son e tornar a série ainda mais interessante que seus estranhos casos ao qual ele precisa traçar o perfil dos assassinos.

O mais sensacional neste episódio é a atuação de Bellamy Young.

ALERTA DE SPOILER: Este artigo contém informações sobre os principais acontecimentos do episódio. Continue a ler por sua conta e risco.

Por conta do clorofórmio Malcolm começa a tentar colocar a mãe Jessica conta a parede, mas ele fica muito fora de si com a descoberta. Em sua mente ela sabe das mortes que o paz causou e ele faz o possível para ela assumir isso para ele, chegando até mesmo a ir até Martin para entender a relação dos dois.

Enquanto Malcolm buscar focar no trabalho, acaba que Jessica fica meio fora de si, e até mesmo com Ainsley ela chega a discutir, o que causa estranhamento na filha, pois a garota, que sempre foi afastada do pai, acaba descobrindo que a mãe e o irmão estão em contato com ele, e ela nada. No fim ela acaba indo se encontrar com Martin, e acredito que este encontro pode ser bem problemático.

Malcolm então pede uma ajuda a Gil e consegue o depoimento de sua mãe na noite em que seu pai foi preso… É aí que ele entende que sua mente não o pregou uma peça, mas sim, sua mãe imaginava sobre as mulheres, mas no contexto de que seu pai tinha inúmeras amantes, e que ela engolia esses casos para si, e não ela sendo cúmplice dele nas mortes.

O momento final dos dois foi muito bonito, pois ele finalmente se desculpou com ela.

O caso da semana foi de uma modelo, assassinada e tendo seu corpo encontrado exatamente como na primeira foto feita com seu fotógrafo. Gostei da ideia do stalker, mas um paparazzi imagina quem seja o assassino, e acaba ajudando Malcolm ao levar tudo a ser de dentro da “família” do famoso Axel-X.

Gosto da interação dos amigos da polícia, de como JT ainda é bem cético com a presença de Malcolm, mas tem bons papos com ele, e da mesma forma temos Dani, que se preocupa com ele, mas fica com um pé atrás quando é para se abrir. As melhores interações dentro da equipe acabam ficando para o tom mórbido entre Malcolm e Edrisa, um sentimento bem estranho evoluído entre eles.

No fim o assassino é o segurança de Axel X, mas as mortes são encobridas quase que por todos que estão próximos ao artista.

Prodigal Son continua tendo sua trama principal mais interessante do que os casos semanais, o que até que é bom, mas precisam colocar mais coisas interessantes a serem investidas pela polícia, pois Martin Sheen e Tom Payne roubam a cena.

Dan Artimos

Sou formado em Sistemas de Informações, e amante de televisão. Trabalho, leio bastante, estudo, vou a cinemas, parques e corro (ultrapassada a meta pessoal dos 21km), e ainda assim vejo séries e escrevo sobre elas. Sim, nem eu sei como consigo fazer a organização de minha agenda no meio de tantas nerdices.