The Good Doctor | 2×14 – Faces

Que episódio difícil! The Good Doctor colocou duas adolescentes em cena, uma com o rosto desfigurado depois de mexer com a arma do pai, e a outra com morte cerebral por conta de um acidente que a mãe se diz culpada… Foi bem doloroso ver as soluções e conversas.

ALERTA DE SPOILER: Este artigo contém informações sobre os principais acontecimentos do episódio. Continue a ler por sua conta e risco.

Karin, do acidente com a mãe, teve morte cerebral e a mãe sentiu a dor de perder a filha e se culpa por ter pedido para saírem mais cedo e não ter feito a garota usar cinto de segurança, então houve o choque com o caminhão.

Já Molly, mesmo com o rosto completamente desfigurado, trouxe alegria e suas conversas com Browne foram sensacionais! E quando ela descobre que poderia receber o rosto de uma garota, ela teme não se reconhecer e perder sua individualidade, e Browne novamente dá um show de sensibilidade.

A cirurgia é intensa, mas o bacana é a forma como colocaram os pais das garotas juntos. Cada um assumindo a dor de seus erros e cada um, a sua maneira, dando amparo a dor do outro. Além do mais, a fila de honra para Karin é de arrancar lágrimas em qualquer um.

Com tudo dado certo, temos Melendez e Kim conversando, já que ela acredita que como Melendez tem dormido com ela, não brigou por uma segunda opção, como tratar primeiro o cérebro e não o coração, o que pode ter motivado a morte de Karin. Novamente eles saindo pode gerar um atrito, mas eles superam e devem começar a bater mais de frente para não errarem.

E tivemos também Glassy, adorei o apelido, e Smurf (Shaun Murphy) rodando 11 horas para ir até um antigo amor do médico. Essa viagem é interessante para desenvolver o amor de Shaun por Lea, mostrar a ele que ele pode vir a se arrepender se não se firmar perante a garota e deixar claro que a ama.

The Good Doctor sempre sendo deliciosa e conseguindo ir mais do que os casos da semana.

Dan Artimos

Sou formado em Sistemas de Informações, e amante de televisão. Trabalho, leio bastante, estudo, vou a cinemas, parques e corro (ultrapassada a meta pessoal dos 21km), e ainda assim vejo séries e escrevo sobre elas. Sim, nem eu sei como consigo fazer a organização de minha agenda no meio de tantas nerdices.