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Edward Mãos de Tesoura | Crítica #TBT

Um romance nada comum, porém muito moderno por um dos maiores gênios do cinema.

Assinado pelo consagrado diretor Tim Burton, Edward Mãos de Tesoura, conta a história de um rapaz que foi criado por um inventor (Vincent Price), mas, antes de finalizar sua obra, ele vem a falecer, e Edward terá que aprender a viver com tesouras no lugar de suas mãos.

A história de Edward se inicia quando conhece a vendedora de cosméticos, Peg Boggs (Dianne Wiest). Ela vai até a sombria casa de Edward nas montanhas e decide levá-lo com ela. A partir daquele momento, Edward tenta se adequar a sua nova vida, vizinhança e sentimentos, quando se apaixona por Kim (Winona Ryder).

Edward é um rapaz tímido, e fica assustado com tudo que vê de novo ao seu redor, além disso, tem muitas dificuldades em se relacionar com as pessoas ao seu redor.

Edward é recebido muito bem pelas pessoas que o conhecem, muito mais aclamado pela vizinhança quando começa a demonstrar seus dons quando corta a grama, o pelo dos cachorros e o cabelo das mulheres do bairro. Mas também enfrenta preconceitos e julgamentos de alguns vizinhos egocêntricos.

Muitos consideram como uma das maiores obras do Cinema de Tim Burton, até mesmo o diretor fala que Edward Mãos de Tesoura é o seu melhor filme. Também não podemos esquecer de citar que o filme consolida a parceria Depp e Burton, que a reprisou em longas como Ed Wood, A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, A Fantástica Fábrica de Chocolate, Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet e entre outros.

Atores renomados foram cogitados para viver Edward como Tom Cruise Jim Carrey, Robert Downey Jr. e até mesmo o cantor Michael Jackson. Mas Johnny Depp foi o escolhido do diretor.

Edward Mãos de Tesoura foi lançado no dia 9 de dezembro de 1990, e chegou a um resultado de bilheteria surpreendente: um pouco mais de US$ 86 milhões.

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