The Good Doctor | 3×11 – Fractured

The Good Doctor retornou para o restante de sua temporada e este retorno não lidou muito com as consequências da morte do pai de Shaun para ele, mas sim o que rolou entre ele e Lea… Mas o melhor é que Claire precisa aprender a lidar com algumas frustrações.

ALERTA DE SPOILER: Este artigo contém informações sobre os principais acontecimentos do episódio. Continue a ler por sua conta e risco.

A paciente de Shaun, Morgan e Andrew acabou mostrando como é necessário ser forte para conseguir o que quer. Na verdade ela fraturou a perna e devido a um vício que conviveu há anos, decidiu fazer as operações sem qualquer tipo de interferência. Achei muito absurdo, ela só chorou e não desmaiou com dor, e trouxe essa força para Shaun entender que tem de ir longe.

Andrew também foi importante para mostrar a Shaun que quando ele amar alguém, saberá que será para sempre. Ele tem medo de terminar sozinho, e até Dr. Glassman deixa claro que ele é muito especial e que nunca estará sozinho.

É com isso que ele conversa com Carly sobre ter dormido abraçado com Lea em um momento tão sensível, mas que ele a ama. Carly se sente incomodada e acha melhor ele ir morar sozinho, e quero ver como isso irá interferir na série a partir daqui.

Claire encontra um paciente que passou por dificuldades e precisou esconder drogas no estômago. Buscando ajudá-lo, ela se indispõe até com Park, mas ela aprende que mesmo entendendo e querendo ajudar o próximo, quando ela quebra a cara, não é culpa dela, pois ela fez o que sentiu bem, que foi confiar no próximo, então a frustração não precisa ser dela, pois o paciente quem se envolveu em problemas.

Gosto da relação Melendez que coloca coração de forma mais sensata e como Park coloca tudo lógico, preto no branco, o que deixa Claire confusa, mas sabendo o que bem quer.

The Good Doctor voltou bem e precisa expandir outros dramas e trazer mais momentos tão bons entre os residentes.

Dan Artimos

Sou formado em Sistemas de Informações, e amante de televisão. Trabalho, leio bastante, estudo, vou a cinemas, parques e corro (ultrapassada a meta pessoal dos 21km), e ainda assim vejo séries e escrevo sobre elas. Sim, nem eu sei como consigo fazer a organização de minha agenda no meio de tantas nerdices.