The Good Doctor | 3×04 – Take My Hand

The Good Doctor deu um salto de tempo curto e não desenvolveu muito bem aqui as consequências da vida de Claire com o acidente e já focou novamente em Shaun e sua relação com Carly, e até mesmo em Glassman.

ALERTA DE SPOILER: Este artigo contém informações sobre os principais acontecimentos do episódio. Continue a ler por sua conta e risco.

O drama de Glassman ficou no medo de assumir algo com Debbie por medo de não se conhecerem muito bem. Acaba que conversando com Shaun entende muita coisa, mesmo sem ele falar muito, da mesma forma que explica a Shaun que Carly sente falta de um contato, que este contato faz parte da conexão humana.

No fim temos o casamento de Glassman e Debbie, e um início de desenvolvimento para um passeio de mãos dadas entre Shaun e Carly.

Agora, Morgan fica intrigada com a forma que Claire lida com sua paciente e o fato dela não sentir dor. No fim ela acaba descobrindo sobre a morte de Breeze e como a colega de trabalho não lidou com a dor. As duas virando a noite para jogar fora as cinzas foi legal, mas Claire passou ainda em um bar para esquecer as coisas e acaba saindo com um rapaz casado.

Os dois pacientes foram até que interessantes, como o de Shaun, que famoso, estava neurótico que alguém estivesse o envenenando, só que ele mesmo estava se drogando, pois o excesso do remédio “oriental” que tomava estava lhe fazendo mal.

Já a mulher que não sente dor foi intenso, pois a dor é parte de um processo intenso, como perder alguém, e falar sobre a morte da mãe não a tocou, até que ela sentiu a possibilidade da perda do marido após saber de seu problema. O amor é condicionado a dor de imaginar perder a pessoa amada? Até onde seu marido iria pensar que ela pararia de amá-lo rapidamente ao não sentir essa perda? Gostei da discussão.

The Good Doctor traz pequenos problemas e o conduz de forma interessante, mas precisa dosar mais alguns desenvolvimentos, não que queria que corressem com Claire, mas não pareceu que mostraram ela sentindo tanto a morte da mãe, mesmo que ela fosse mostrada meio alienada das situações ao seu redor.

Dan Artimos

Sou formado em Sistemas de Informações, e amante de televisão. Trabalho, leio bastante, estudo, vou a cinemas, parques e corro (ultrapassada a meta pessoal dos 21km), e ainda assim vejo séries e escrevo sobre elas. Sim, nem eu sei como consigo fazer a organização de minha agenda no meio de tantas nerdices.