The Good Doctor | 1×09 – Intangibles

Seguindo sua fórmula simples, The Good Doctor tem entregue episódios gostosos de se acompanhar e com uma evolução gostosa para seus personagens. Shaun aprendendo a arte do flerte com Brownie foi legal, mas batem muito na tecla de que ele precisa sair da caixinha, principalmente por parte de Glassman.

ALERTA DE SPOILER: Este artigo contém informações sobre os principais acontecimentos do episódio. Continue a ler por sua conta e risco.

Mas é legal ver Shaun ser cobrado dessa suas novas experiências de interação social e sair dessa solidão, e ele mesmo questionar Glassman se ele é solitário, deixando-o sem palavras. Seus sentimentos por Lea tem sido bem abordado e até gostoso de ver, pois ele não compreende muito as ações da vizinha.

Agora, ri demais de Brownie lhe dando dicas de flerte e ele jogando para cima dela os próprios sinais que ela o ensinou. Ele falando que ela estava flertando com Melendez foi hilário, pois ela começou a puxar em sua mente e ficou espantada em como ela se encaixa nos próprios ensinamentos.

Os dramas do episódio foram até que bacanas, mas pesam muito nas responsabilidades em cima de Brownie. Aqui ela quase foi responsável por um processo contra o hospital por se desculpar com uma paciente pelo hospital ter perdido suas amostras. A correria atrás delas foi desesperadora, e jurei que ela a encontraria no lixo da cafeteria.

Agora, o drama do garotinho com problemas no coração e a fé de sua mãe em um salvador, foi de uma sensibilidade imensa. No início achei que fossem mostrar mais do lado fechado de Melendez, mas a sua crescente em cena e a forma como está se conectando com Shaun está sendo bem legal de se acompanhar.

The Good Doctor mostra um lado mais humano e sensível de seus personagens, e mesmo que eu ainda tenha umas comparações com House na cabeça, a série mostra que trilha um caminho bem diferente da do médico ranzinza.

Dan Artimos

Sou formado em Sistemas de Informações, e amante de televisão. Trabalho, leio bastante, estudo, vou a cinemas, parques e corro (ultrapassada a meta pessoal dos 21km), e ainda assim vejo séries e escrevo sobre elas. Sim, nem eu sei como consigo fazer a organização de minha agenda no meio de tantas nerdices.