Supergirl | 4×05 – Parasite Lost

Supergirl segue sua luta contra o extremismo, mas consegue já concluir algumas tramas em seu 5º episódio, deixando mais dramas em aberto, e tirando um pouco de lado os Filhos da Liberdade, o grupo de Ben. O legal é que James entra no meio de tudo isso e pode trazer a palavra para o seu lado, só que até onde Ben poderá manipulá-lo?

ALERTA DE SPOILER: Este artigo contém informações sobre os principais acontecimentos do episódio. Continue a ler por sua conta e risco.

Estou gostando de ver outros personagens tendo os destaques necessários, como Brainic-5 e Nia, que já entrou movimentando a trama para todos mundo, principalmente James. Ao mesmo tempo, a união de Lena com o grupo pode fazer a queda ser maior ao descobrir que a maioria de seus amigos sabem a identidade de Kara/Supergirl e a falta de confiança nela pode criar uma vilã interessante.

Alex começa a ver o autoritarismo da Coronel Haley, que gosta de algumas atitudes da diretora do DEO, mas critica a forma como J’onn J’onnz se infiltrou na organização se passando por Hank, o que deve gerar alguns conflitos interessantes. Ainda não sei do que a Coronel será capaz, mas Alex se mostra forte o suficiente para bater de frente caso ela venha com algo absurdo.

J’onn e Kara investigando o Parasita, que Ben colocou em Jensen e a forma como ele começa a coletar poderes foi bem bacana, trouxe uma outra vertente para J’onn e até para Kara, que começa a ter que pensar muito antes de agir. Aqui ela poderia morrer e fazer Jensen invencível, mas por sorte Alex o convenceu a abrir seus olhos para o pior.

James ganhando destaque e se colocando na linha de frente do Filhos da Liberdade tem tudo para trazer problemas a ele, já que sua identidade como Guardião é muito conhecida, e a influência tanto de Lena e Ben, que eles não sabem ser o Agente da Liberdade, tem tudo para tumultuar sua vida particular. Sei que Nia deverá ter um papel importante nisso.

As cenas de ação foram ótimas, mas sempre curto a forma como Supergirl desenha seus dramas e a forma como ela traça paralelos com extremos que vivemos no mundo hoje, tem feito um grande favor a série. Espero que saibam conduzir bem suas tramas, e que ela tenha uma conclusão não muito arrastada, como foi com Reign no último ano, que teve um início bem legal, mas depois apressaram demais a conclusão.

Dan Artimos

Sou formado em Sistemas de Informações, e amante de televisão. Trabalho, leio bastante, estudo, vou a cinemas, parques e corro (ultrapassada a meta pessoal dos 21km), e ainda assim vejo séries e escrevo sobre elas. Sim, nem eu sei como consigo fazer a organização de minha agenda no meio de tantas nerdices.