Supergirl | 3×11 – Fort Rozz

Mais uma vez Supergirl nos traz uma trama de mulheres fortes, que precisam compreender os próprios erros para seguir em frente. A forma como Kara acaba tendo que baixar a guarda para pedir ajuda a Livewire e Psi foi incrível, e até Satúrnia estava boa, mesmo faltando um espaço para desenvolvê-la um pouco mais.

ALERTA DE SPOILER: Este artigo contém informações sobre os principais acontecimentos do episódio. Continue a ler por sua conta e risco.

Ao nos colocar de frente com um Sol Azul, onde Kara não teria seus poderes para ajudá-la a interrogar uma informante sobre as habilidades de Reign, houve a necessidade de pessoas poderosas para ajudar nossa Supergirl e a saída foram essas vilãs, pois além de tudo o ambiente era mortal para homens (ao menos foi o que entendi).

De primeira o que vemos é a relação das garotas entre si, na tentativa de ganhar a confiança umas das outras, mas foi tudo bem rápido e Livewire estava incrível, cheia de sacadas e com medo de ser morta por Reign. O engraçado é que quando Reign chega ao local, lhe resta se jogar entre o raio de Reign contra Supergirl. O Satúrnia ficou de fora da luta e Psi foi importante para fazer a Destruidora de Mundos se lembrar de Ruby e se perder em si mesma.

Sem informações, a não ser a de que há outros Destruidores de Mundos pela Terra, Supergirl volta com o corpo de Livewire e Mon-El a consola, mas logo vai ajudar Imra, sua esposa. Já Supergirl pede que o pessoal da DEO dê melhores acomodações a Psi, já que foi ela quem salvou o dia.

Os dramas menores foram excelentes, como a relação tão fraterna entre Alex e Ruby e como as duas se dão tão bem. Quase acredito na morte de Samantha e em uma forma de deixar a garota com Alex por um tempo. Outra coisa legal é a relação de Brainic-5 com Wynn, os dois discutindo inteligência e tecnologia foi sensacional.

Agora Supergirl começa a nos apresentar novas Destruidoras de Mundo e Julia sofrendo um acidente de carro foi a segunda a aparecer, e Samantha quer ajuda de Alex para compreender os seus lapsos de tempo, pois sua mente some por um tempo e ela nunca sabe o que houve. Esperava que sua identidade já fosse ser descoberta por agora, mas devem enrolar mais.

E ainda tivemos uma homenagem a Superman com a presença de Sarah Douglas, que foi Ursa no filme de 1978, dando vida a Jindah Kol Rozz.

Dan Artimos

Sou formado em Sistemas de Informações, e amante de televisão. Trabalho, leio bastante, estudo, vou a cinemas, parques e corro (ultrapassada a meta pessoal dos 21km), e ainda assim vejo séries e escrevo sobre elas. Sim, nem eu sei como consigo fazer a organização de minha agenda no meio de tantas nerdices.