She-Ra e as Princesas do Poder | Crítica da 2ª Temporada

Depois de muito tempo paro para escrever sobre a 2ª temporada de She-Ra e as Princesas do Poder. Com somente 7 episódios, a temporada pode ter sido curta, mas o desenvolvimento de seus personagens foram muito bem aboradaos, sem esquecer da crescente na mitologia dos Antigos.

ALERTA DE SPOILER: Este artigo contém informações sobre os principais acontecimentos do episódio. Continue a ler por sua conta e risco.

O foco principal continua sendo a amizade e isso é o mais interessante, a forma como lidamos com o próximo. Temos Cintilante mais estressada com a forma que Gélida fica empolgada em finalmente ter amigos, e focar isso na relação das duas. É interessante ver a princesa estressada com os excessos, mas compreendendo toda essa diferença entre elas.

Além disso, Felina começa a entender os problemas na liderança de Hordak, mas faz o possível para se manter ao seu lado, e principalmente, se manter relevante, criando vários planos, seguido as cegas por Scorpia, que é apaixonada por ela, só que Entrapta e sua curiosidade acaba roubando a cena e fazendo Hordak focar em sua inteligênica e deixando Felina de lado.

Sombria se aproveita disso e em um momento de distração de Felina, que busca aceitação da antiga capitã, acaba perdendo-a de vista…

Adora ainda luta muito para entender o seu passado, de onde veio, mas principalmente de como ser uma She-Ra importante para todos de Etheria e como não cometer os mesmos erros da última She-Ra, que acabou com os Antigos.

A amizade deles depois de trabalhada com a relação de Cintilante e She-Ra e a relação familiar com a Rainha Ângela, agora foi a vez de conhecermos mais de Arqueiro, que reluta em ir pedir ajuda aos pais, que dominam a inteligência e moram em uma bibilioteca gigante, e a vergonha dele em ir falar com os pais, não é por eles serem dois caras que se amam, mas sim por Arqueiro ter mentido e sentir que não o aprova. A forma como tudo se desdobra é natural e muito feliz, novamente a showrunner Noelle Stevenson acerta no desenvolvimento.

O legal é que a 2ª temporada teve momentos sensacionais, como o jogo de RPG do Arqueiro, que colocou os personagens com os trajes originais da animação da década de 1980 e ainda colocou todos os amigos em um momento de descontração.

She-Ra e as Princesas do Poder termina com Entrapta criando uma tecnologia que pode acabar com todo o poder de Etheria, que é totalmente conectado, enquanto George e Lance, pais de Arqueiro, entendem que a conestelação de Serenia aparecerá no planeta no mesmo instante que tudo pode pender para o poder de Hordak.

E Adora agora terá que lidar com Sombria…

Dan Artimos

Sou formado em Sistemas de Informações, e amante de televisão. Trabalho, leio bastante, estudo, vou a cinemas, parques e corro (ultrapassada a meta pessoal dos 21km), e ainda assim vejo séries e escrevo sobre elas. Sim, nem eu sei como consigo fazer a organização de minha agenda no meio de tantas nerdices.