Roswell, New Mexico | 1×11 – Champagne Supernova

E Roswell, New Mexico finalmente nos apresenta o seu 4º alien e não foi lá muito empolgante. A série poderia ter mudado o status de uma personagem bem pouco aproveitada para dar uma animada nas coisas, mas focou em mexer no menos apresentado e menos carismático.

ALERTA DE SPOILER: Este artigo contém informações sobre os principais acontecimentos do episódio. Continue a ler por sua conta e risco.

A correria para descobrir a identidade do alien colocou Maria no caminho de todos, e até testaram uma pista de que ela roubaria o antídoto que estava na bolsa de Liz. Lógico que aquilo seria usado como arma contra o alien, mas Maria não era a pessoa, e acho que até seria legal, ela, como amiga de Rosa e Liz e estar tão envolvida em suas vidas, ser tal ameaça, mas não, ela foi mais uma usada.

Enquanto Liz e Cameron fazem as pazes, Michael e Max são sequestrados e presos dentro da sala secreta onde o irmão rebelde tenta reconstruir uma nave para ir embora, e ali eles tem uma conversa sincera, onde Michael reclama de tudo, e Max deixa claro que sempre se preocupou com ele, que sempre sofreu por ele não ter sido adotado junto deles, e que por isso nunca conseguiu tratar os pais bem, e que se ele sofre, ele também sofre pois se culpa demais.

Já Cameron explica que se envolveu com Maines e se preocupa com o que pode ter acontecido com sua irmã, que estava presa no exército e desde que ele foi embora, ela não ouviu mais falar dela.

No final temos a descoberta de que Noah é realmente o 4º alien e o serial killer. Izobel tenta entrar em sua mente, mas ele a domina. Ainda não temos explicações, mas ele tenta usar seus poderes contra Liz, só que ele não consegue e acaba sendo derrubado pelos irmãos.

Agora é esperar o próximo episódio, já que Noah deve dar mais detalhes sobre sua motivação. Roswell, New Mexico até que entrega coisas bacanas, mas algumas tramas simplesmente se arrastam por tempo demais.

Dan Artimos

Sou formado em Sistemas de Informações, e amante de televisão. Trabalho, leio bastante, estudo, vou a cinemas, parques e corro (ultrapassada a meta pessoal dos 21km), e ainda assim vejo séries e escrevo sobre elas. Sim, nem eu sei como consigo fazer a organização de minha agenda no meio de tantas nerdices.