Fullmetal Alchemist #18 | Resenha

E faltando 9 edições para sua conclusão, já começo a ficar ansioso para mais movimentações em Fullmetal Alchemist! A trama de Hiromu Arakawa é instigante do início ao fim e este volume #18 nos deixa mais elétrico com o rumo das coisas, ainda mais com a descoberta de Orgulho, uma reviravolta de surtar.

Confesso que quando vi Hawkeye na casa de Bradley eu apenas achei que fosse um momento de descontração dela, mas então, antes de ir embora, vemos a sombra a seguindo, e ao ligar isso a momentos antes, quando soldados do norte de Armstrong temem pelas sombras, logo vemos que o pior está ali.

Selim, filho adotivo de Bradley, sai da mentira e mostra-se mais perigoso do que seus irmãos ao soltar as sombras e mostrar um pouco de sua verdadeira aparência como Orgulho. Puxado imaginar o homúnculo criança, mas uma sacada e tando de Arakawa para esconder mais um dos filhos originais.

Acredito que de toda a trama do mangá essa foi a que me chamou mais a atenção. Ver Winry debaixo dos braços de Kimbler sendo ameaçada foi ruim, mas logo as coisas viram com ajuda de Ed e Al, e ainda mais, com o exército de Armstrong, Scar, May, Doutor Marcos e todos já dispostos a se unirem contra os Homúnculos.

A forma fomo Winry conversa com Scar, e até mesmo o soldado Ishvaniano falando com ele foi sensacional. Gosto da ideia do perdão, mas não das desculpas. Ele tem muito o que pagar, mas no momento é mais importante vivo e agora sabemos que Scar, May, o livro e Ed são importantes no contexto geral.

Ah! Não posso esquecer do estranho encontro de Al e seu corpo, achei bem bacana, assim como ele conversando com os soldados quimeras. Fullmetal Alchemist mostra que nada é preto no branco, que tudo tem suas nuances. Sensacional!

FICHA TÉCNICA

Título: Fullmetal Alchemist #16
Autor: Hiromu Arakawa
Editora: JBC
Ano: 2018
Gênero: Ação, Aventura
Páginas: 192
ISBN: 978-85-457-0383-9

Dan Artimos

Sou formado em Sistemas de Informações, e amante de televisão. Trabalho, leio bastante, estudo, vou a cinemas, parques e corro (ultrapassada a meta pessoal dos 21km), e ainda assim vejo séries e escrevo sobre elas. Sim, nem eu sei como consigo fazer a organização de minha agenda no meio de tantas nerdices.