Emergence | 1×03 – 2 MG CU BID

Emergence busca crescer seu mistério e colocar Piper em um estado de hibernação, mas não dá detalhes sobre o que ela seria. O legal da série tem sido essa mescla de mistério, tecnologia e os dramas familiares…

ALERTA DE SPOILER: Este artigo contém informações sobre os principais acontecimentos do episódio. Continue a ler por sua conta e risco.

O problema é que não se encaixa muito bem em todos os sentidos, e força situações as vezes sem sal e tudo muito corrido. Elenco ao menos segura as pontas, mas em seu 3º episódio Emergence ainda é bem avulsa.

O drama aqui é com Piper e sua cabeça, que começa a lhe pregar peça até que ela entra em um estado de suspensão. Jo corre contra o tempo para descobrir o que acontece com a garota, até descobrir que ela tem ligações com Richard Kindred (Terry O’Quinn) e ela faz o possível para ter contato com ele, que só deixa claro que quer o que é dele.

Emily ainda faz mistério sobre o que é Piper, mas fica evidente de que a garota é um andróide, ou uma humana “melhorada”, mas até onde vão seus poderes. O pior é que tipo ela é… Até onde a tecnologia a levou… Emily teme Richard e sua empresa Augur, e com motivo.

Lerner, que estava no hospital, pensa em ajudar Jo, mas seus aparelhos são hackeados e com exageros de morfina acaba sendo assassinado na frente de Chris.

Alguém envia a dosagem e os remédios a serem inseridos em Piper, mesmo que Abby não goste da ideia, a garota dá claros sinais de melhoras, mas somente o disco que Emily entrega a Jo e Benny a cura. Disco este que também tinha uma versão dentro do cartão encontrado no carro do casal que fingia ser os pais de Piper.

Fora isso temos drama, com Ed escondendo que não está tão bem, mas mente para a filha não se preocupar, enquanto Alex quer estar por perto para ajudar Jo com Mia e Piper, mas eles mesmo não sabem o que sentem.

Emergence ainda tem chance de dar uma guinada, mas precisa reforçar alguns pontos.

Dan Artimos

Sou formado em Sistemas de Informações, e amante de televisão. Trabalho, leio bastante, estudo, vou a cinemas, parques e corro (ultrapassada a meta pessoal dos 21km), e ainda assim vejo séries e escrevo sobre elas. Sim, nem eu sei como consigo fazer a organização de minha agenda no meio de tantas nerdices.