DuckTales | 1×11 – Beware the B.U.D.D.Y. System!

A cada semana fico mais empolgado com esse reboot. A Disney consegue homenagear cada elemento clássico de DuckTales atualizando seus conceitos e tornando-os atuais, mas sem perder o charme de sua versão original. Darkwing Duck e Robopato/Gizmo Duck estão repaginados até onde se deve, já que no caso de Darkwing Duck deixam o tom mais clássico, mostrando que o herói não precisa de CGI, enquanto Robopato segue cheio de parafernálias.

ALERTA DE SPOILER: Este artigo contém informações sobre os principais acontecimentos do episódio. Continue a ler por sua conta e risco.

A trama colocando dois personagens secundários em evidência foi deliciosa, pois Capitão Boing e Patralhão são o vira-lata de seus chefes, renegados e deixados de lado por Tio Patinhas e Professor Pardal, eles só querem dar o melhor de si e serem reconhecidos. Ri demais com Boing mostrando a Zezinho que ele AGORA tem licença para dirigir.

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Colocar a tecnologia de Mark Beaks (Penas, no Brasil) batendo de frente não só com a de Professor Pardal, mas fazendo os carros autoguiados serem uma pedra no caminho de Boing, foi uma história deliciosa, que só melhora com Lampadinha, o robô maligno de Pardal entrou em ação.

Patralhão, que poderia apenas sair como bobo, pois foi ele quem colocou os projetos de Pardal na internet para alguém ajudar a corrigir a “maldade” de Lampadinha, acaba conseguindo se redimir ao vestir a super armadura e se tornar o Robopato! Todas as cenas deles são hilárias, a combinação com Boing deixa tudo ainda mais dinâmico e engraçado.

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Até a história de que Darkwing Duck ser uma série de TV clássica que Boing é apaixonado ficou sensacional. Gostei da conversa de Zezinho com ele sobre o personagem não voar, soltar lazer ou ter algum poder, e Boing falando sobre heróis clássicos, que usam sua mente para resolver os problemas. Fiquei interessado em ver mais de Darkwing Duck e seus vilões.

DuckTales sabe brincar com sua mitologia e tem a seu favor as mudanças necessárias para se tornarem atuais. As personalidades dos sobrinhos continuam incríveis e bem desenhadas, sem que pareçam os mesmos só com cores diferentes, o que torna todos mais espirituosos. Pardal tem uma personalidade de gênio emburrado que bate com o midiático Mark e só melhor as coisas.

Dan Artimos

Sou formado em Sistemas de Informações, e amante de televisão. Trabalho, leio bastante, estudo, vou a cinemas, parques e corro (ultrapassada a meta pessoal dos 21km), e ainda assim vejo séries e escrevo sobre elas. Sim, nem eu sei como consigo fazer a organização de minha agenda no meio de tantas nerdices.