Dragon Ball Super: Broly – O Filme | Crítica

Dragon Ball Super: Brolly – O Filme (2018) chega aos cinemas com uma história bem encorpada e sem perder a veia episódica que marca o famoso seriado japonês.

O maior mérito do filme se encontra, talvez, em apresentar os personagens para uma nova geração. Mesmo que Dragon Ball Super: Broly leve um tempo de sua história para fazer um panorama da raça de guerreiros, seus costumes e mitos, a animação nos apresenta para o personagem saiyajin título e ainda insere Broly na linha do tempo das histórias de Goku e Vegeta.

Vic Mignogna and Bin Shimada in Doragon bôru chô: Burorî - Dragon Ball Super: Broly (2018)
Dragon Ball Super: Broly – O Filme  | Foto: 20th Century FOX

Além disso, Dragon Ball Super: Broly garante de colocar tudo que os fãs do seriado gostam, lutas épicas, reviravoltas e o uso e mais uso de poderes durante as batalhas num filme sobre sobre amizade, superação e família.

Para quem não acompanha o seriado (assim, como aquele que o escreve), como falamos, Dragon Ball Super: Brolly consegue ambientar o espectador no universo do desenho e isso é um ponto extremamente positivo. Já para os fãs mais hard-core, imaginem o filme, como um grande anexo, dentro uma extensa e vasta mitologia vista em horas e horas de material na TV.

No filme, vemos que o nascimento de Broly ameaça a supremacia do filho do rei Vegeta que gostaria que o herdeiro tivesse o maior número na escala de poderes. O ver que o recém nascido já ultrapassava o maior nível visto, Broly é mandado para um planeta remoto com um guardião.

Assim, já no futuro o líder do mal, Freeza reune seu exercito e vai atrás do famoso e lendário, Broly, de olho no poder de luta para o seu exército. Então, Dragon Ball Super: Brolly é marcado por conflitos familiares, busca de identidades e acaba por ser a jornada de Broly por auto-conhecimento e de como controlar seus poderes infinitos. 

Masako Nozawa and Sean Schemmel in Doragon bôru chô: Burorî - Dragon Ball Super: Broly (2018)
Dragon Ball Super: Broly – O Filme  | Foto: 20th Century FOX

As sequências lutas são bem feitas, cheia cores e efeitos visuais são bem trabalhados, mesmo que essas passagens são extremamente longas e cansativas em certo ponto. Mas, deve agradar quem assiste, os personagens usam seus poderes em uma escala bem épica, afinal, Goku e Vegeta acabam por enfrentar Brolly, uma das figuras mais poderosas dentro do universo Dragon Ball.

Dragon Ball Super: Broly estica sua trama para apresentar inúmeros personagens e introduzir suas complexas relações ao longo do filme, mas para quem é fã da franquia, tudo aparece ser mais uma comemoração e uma celebração, onde a produção faz um filme divertido e cheio de pequenos easter-egg sobre seus personagens. 

Nota do Crítico:

Dragon Ball Super Broly em cartaz nos cinemas.

Miguel Morales

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