Conviction | 1×12 – Enemy Combatant

Conviction traz um olhar diferente para a relação de Hayes e Wallace, e tudo graças ao pai dela e também presidente… A relação de Hayes com o pai também é outra coisa que seria legal de ser explorada, mas essa acaba sendo a sensação de toda a série. Falta espaço para explorar seus personagens.

ALERTA DE SPOILER: Este artigo contém informações sobre os principais acontecimentos do episódio. Continue a ler por sua conta e risco.

O drama do episódio foi bem legal, a culpa e o medo ao terrorismo foi o ponto central e quase destruiu a vida de Omar. As saídas de Hayes foram simples, a utilização de sua equipe foi superficial, e mais uma vez tivemos um final feliz, com o condenado não sendo responsável pela coisa que o colocou atrás das grades.

Trouxeram algo de Frankie e sua ​vida na prisão, souberam colocar Maxine usando seus informantes de dentro da NYPD. Sam não mostrou a que veio, e Tess fica sempre na boa intenção.

Omar no fim é inocente, como eu disse, e o culpado é um rapaz que aparece no 3º ato e sua desculpa é que quis se inocentar e evitar matar inocentes com o Sarin e assim ferrou a vida de um só inocente e não a dele.

O drama de Hayes com Wallace ganha uma outra visão quando seu pai diz que o rapaz pode até amá-la, como os dois se dizem amar, mas ele tem mais interesse, pois para ele continuar avançando em sua carreira os contatos de Hayes são importantes. Seu pai colocou a pulga atrás de sua orelha e agora ela começa a olhar o namorado com outros olhos…

Conviction pode crescer bastante, mas está presa e não caminha muito… Agora nos faltam só o próximo episódio para acompanhar Hayes. Fico na trocida para que Hayley Atwell consiga um projeto melhor para participar.

Fico por aqui, comentem e to be continued