American Horror Story: Cult | 7×11 – Great Again [Season Finale]

E finalmente chegamos ao final de American Horror Story: Cult. Confesso que a série não me pegou nem mesmo em sua reta final, mesmo com alguns desenvolvimentos excelentes e cheio de nuances certeiras de seu elenco. Mais uma vez Sarah Paulson e Evan Peters destroem em cena, mas a série no geral ficou bem abaixo das temporadas anteriores.

Falar sobre o horror que o homem pode fazer foi uma sacada e tanto, mas seu desenvolvimento ficou a quem do desejado. Kai como um racional e frio, vendo o poder subir a sua cabeça perante sua criação foi até que legal, mas como disse, o desenvolvimento das coisas ao redor disso ficou a desejar. Quando Aly entra no grupo para destituí-lo foi delicioso, pois ela colocou seus medos de lado e dominou a situação de maneira fria, mostrando o que uma mãe é capaz de fazer para proteger seu filho, mas indo além disso.

ALERTA DE SPOILER: Este artigo contém informações sobre os principais acontecimentos do episódio. Continue a ler por sua conta e risco.

Beverly, machucada e sentindo-se completamente manipulada por Kai, e ainda sendo solta do culto por conta das autoridades não a verem como provável membro por ser negra, ainda traz mais questionamentos, só que o melhor é vê-la ter a bala que destrói Kai em seu ápice.

Este episódio mostrou Kai preso, depois de Aly mostrar-se aliada do FBI, e no tempo na prisão, período que Aly planejou com uma guarda a fulga dele. A forma conduzida foi confusa, mas foi legal ver Kai fazendo planos, recrutando par ano fim além de pagar na prisão ainda morrer diante das câmeras assumindo seus feitos.

O horror nas cenas a produção sempre capricha em suas temporadas, mas ainda fico com a construção e desenvolvimento de Roanoke, só que não dá para negar que Cult tem seu lado mais do que positivo para American Horror Story ao mostrar o pior do ser humano, indo além do sobrenatural.

Dan Artimos

Sou formado em Sistemas de Informações, e amante de televisão. Trabalho, leio bastante, estudo, vou a cinemas, parques e corro (ultrapassada a meta pessoal dos 21km), e ainda assim vejo séries e escrevo sobre elas. Sim, nem eu sei como consigo fazer a organização de minha agenda no meio de tantas nerdices.